ACRÓSTICO
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| Paula do Nascimento |
Para minha mãe querida
Amor do meu coração
Um dia disseste pra mim
Luta de mãe não é trabalho em vão
De toda bondade e graça
Ouve, cala e não responde
Nada lhe abate, nem mesmo a
desgraça.
Assistiu Nossa Senhora o martírio
do seu filho
Santo, Santíssimo Senhor
Como a mãe do excluído
Interno, preso ou bandido
Mãe é sempre Mãe é amor.
Eu, no entanto, acho-me pequena
Não escrevo na maior dimensão
Todas as Mães deveriam chamar-se
Maria
Orando para os filhos ela está noite
e dia.
Querida Mãe!
Nenhuma palavra que dissesse
traduziria sua grandeza incomensurável de ser Mãe.
Parabéns pelo seu natalício, e
mais anos de vida para cumprir sua linda missão.
Beijos
da sua filha,
Ana Maria
Natal, 13/12/2000.

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